Julgamentos: isso ainda corrói as pessoas


Você pode não saber, mas nesse exato momento milhares de pessoas praticam o ato de julgar seja de forma direta quanto indireta. Vejamos um pouco o que se pode fazer para desconstruir esse hábito humano.

Eu necessitava de falar sobre esse assunto aqui com vocês porque a cada dia que se passa venho sendo tocado cada vez mais. Você já parou para pensar que existem diversos tipos de julgamentos ao qual cometemos muitas das vezes sem saber? Provavelmente a resposta para essa pergunta seja não, pelo menos até então. O verdadeiro fato é o seguinte, por consequência de vivermos num mundo tão igual revigoramos as diferenças que surgem a nossa volta e passamos a aceitar apenas aquilo que se parece nem que seja apenas um pouco com a gente. Precisamos desconstruir esse pensamento julgador que vive dentro de nós e focarmos em não julgar as pessoas, mas sim em aceita-las como elas realmente são. Demorou um tempo para que eu pudesse estudar mais a fundo esse assunto, mas deixo a dica para que você possa estudar mais sobre ele na sua casa ou em algum ambiente que acarreta informações – podemos citar como exemplo uma biblioteca pública.
A necessidade do homem de formar pensamentos mais concretos é bastante grande, mas a vontade é muito pequena. Por necessidade devemos ir à luta e esquecer nossa preguiça. A melhor maneira de formarmos opiniões é fazendo levantamentos e estudos de outras opiniões já construídas. Lembre-se de levar essas opiniões apenas como base para a construção da sua opinião. Cada um de nós possui uma conclusão diferente, por isso você deve levar essas opiniões iniciais como uma introdução para a produção do seu desenvolvimento pessoal.
Um dos pontos positivos que eu poderia citar aqui é justamente esse, o “crescimento pessoal”. Quando você se dispõe a sair da sua zona de conforto você não apenas vai aceitar o que é diferente como vai vive-lo como se numa houvesse diferença alguma. Engraçado isso, mas verídico. Não existem provas para comprovar essa teoria, mas reflexões complexas de que “respeito” com o próximo levanta nossa autoestima para vivermos mais por nós mesmos, sem se importar se quer com o que os outros vão falar ou pensar.


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